• São Mateus, 02/07/2026
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Policial militar da reserva é preso após confusão em bar de Guriri

Ocorrência envolveu agressão à ex-companheira, disparos de arma de fogo e resultou na prisão de um jovem por porte ilegal de arma


Policial militar da reserva é preso após confusão em bar de Guriri

Um policial militar da reserva, de 59 anos, foi preso após se envolver em uma confusão em um bar no bairro Guriri, em São Mateus, na noite de terça-feira (30). A ocorrência também resultou na prisão de um jovem de 23 anos por porte ilegal de arma de fogo.

Segundo a Polícia Militar (PM), a equipe foi acionada após denúncias de que um homem armado estaria ameaçando uma mulher e efetuando disparos para o alto no estabelecimento. Ao chegarem ao local, os militares flagraram o jovem dispensando uma pistola calibre 9 milímetros atrás da porta da cozinha do bar.

O rapaz afirmou aos policiais que recolheu a arma do chão após presenciar a briga entre o policial da reserva e a ex-companheira dele. Segundo seu relato, a intenção era impedir que o armamento fosse utilizado durante a confusão.

Ainda conforme a PM, a mulher, de 38 anos, relatou ter sido agredida pelo ex-companheiro e apresentava lesões, sendo encaminhada para atendimento médico. Em seguida, ela também foi conduzida à delegacia após, segundo a corporação, desacatar e agredir policiais durante a ocorrência.

Posteriormente, o policial militar da reserva compareceu à delegacia e apresentou sua versão dos fatos. Ele afirmou que entrou em luta corporal com a ex-companheira e que apenas reagiu às agressões. Também declarou que entregou sua arma de fogo a uma pessoa que estava no local, mas que outro homem acabou ficando com o armamento. O militar também apresentava lesões e recebeu atendimento médico.

De acordo com a Polícia Civil, o jovem foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. Como não pagou a fiança, foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP).

Já o policial militar da reserva foi autuado em flagrante por lesão corporal qualificada, com base na Lei Maria da Penha, e encaminhado ao presídio militar, em Vitória. A mulher assinou um Termo Circunstanciado (TC) por resistência à ação policial e foi liberada após assumir o compromisso de comparecer à Justiça.

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