Prisões e buscas em ação da PF em São Mateus e Governador Valadares
Ação da Polícia Federal prendeu duas pessoas e cumpriu cinco mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (20)
Duas pessoas foram presas e cinco endereços foram alvo de mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (20), durante uma ação da Polícia Federal em São Mateus, no Norte do Espírito Santo, e Governador Valadares, no Leste de Minas Gerais.
As medidas fazem parte da Operação Último Post, que busca desarticular uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Segundo a Polícia Federal, a operação possui oito alvos. Dois estão localizados no Espírito Santo e três em Minas Gerais. Outros três investigados já estão presos por fatos distintos.
De acordo com a corporação, as investigações apontam que o grupo atuava na aquisição e distribuição de entorpecentes, obtenção de armamentos e movimentação de recursos financeiros incompatíveis com a capacidade econômica declarada dos investigados.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais apreenderam aparelhos celulares, mídias digitais, documentos, veículos, joias, valores em dinheiro e outros bens que poderão ser submetidos a análise patrimonial.
Segundo a PF, o material apreendido poderá contribuir para o aprofundamento das investigações e para a identificação de eventuais outros envolvidos no esquema.
Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, pelos crimes de tráfico de drogas, comércio ilegal de arma de fogo, lavagem de dinheiro e associação criminosa, além de outros delitos que eventualmente sejam identificados no decorrer das apurações.
A operação também contou com a participação de equipes das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCO) em Minas Gerais.
Os mandados foram expedidos pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES). A Polícia Federal não esclareceu o motivo de as ordens terem sido emitidas pelo tribunal de segunda instância.
Também não foi informado se a medida está relacionada a eventual envolvimento de pessoa com foro privilegiado ou se houve alguma decisão anterior em primeiro grau.
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